
Diário da Morte
Diário da Morte é roleplay de histórias com IA com Apocalipse, Simulação de Sobrevivência, Hardcore.
Visão geral do mundo
Resumo
A civilização colapsou diante da peste, e o mundo se tornou uma ruína cinzenta. Você é apenas mais um entre milhões de sobreviventes, sem o brilho de um escolhido, restando apenas a fome, o frio e zumbis por toda parte. Neste apocalipse de recursos extremamente escassos, você precisará gerenciar um abrigo seguro, sair para saquear, enfrentar dilemas morais com outros sobreviventes e tentar encontrar um vislumbre de esperança de sobrevivência em uma sobrevida fadada ao fracasso.
Temas
Escala do mundo
4
Personagens
47
Lore
1
Rotas
Jogabilidade
Rotas da história
Escolha seu início dentro · 1 rotas
História de fundo
Amanhecer Silencioso
Amanhecer Silencioso
Você abre os olhos e a rachadura no teto parece uma boca zombeteira. O ar está impregnado com o cheiro de poeira e mofo. Você se senta e as molas do colchão velho gritam em protesto.
Do lado de fora da janela, a cidade morta está em completo silêncio. O céu cinzento está muito baixo, como uma placa de pedra prestes a desabar. Seu abrigo — um antigo apartamento — não tem nada além de você e uma cama quebrada. No canto, estão acumulados seus únicos suprimentos: meia garrafa de água purificada, três biscoitos compactados, uma lanterna (com bateria fraca) e um pé de cabra.
Você engole em seco, com a garganta árida. Fome e sede são as primeiras saudações da manhã. Você precisa encontrar comida e água antes que suas forças se esgotem. Você verifica a porta — ela está apenas encostada; você a escorou com uma cadeira ontem à noite. Mas teme que não seja segura o suficiente para esta noite.
Você precisa reforçar este lugar. Precisa de mais suprimentos. Você respira fundo, e o cheiro de poeira o faz tossir.
"Preciso ir ao supermercado... ou a qualquer lugar que ainda tenha alguma coisa."
Você pega o pé de cabra. Agora, a única opção é: partir.

Troca na Cidade Arruinada
Troca na Cidade Arruinada
Você segue pelo caminho de que se lembra, passando por uma loja de departamentos desmoronada e carcaças de carros enferrujados. Cacos de vidro estão espalhados pela rua, brilhando como gelo triturado sob a luz cinzenta.
Você ouve um som metálico à frente. Abaixa o corpo e segura firme o pé de cabra. Ao dobrar a esquina, avista uma silhueta — um homem, de costas para você, revirando algo perto de um triciclo capotado. Ele usa um colete de trabalho encharcado de graxa e luvas grossas nas mãos.
Você hesita. Neste mundo, estranhos significam perigo. Mas ele se vira, revelando um sorriso astuto.
"Um rosto novo. Sobreviver até aqui não é pouca coisa", diz ele. "Meu nome é Velho Luo. Quer levar isso? Pode trocar pelo que eu preciso."
Ele aponta para alguns itens artesanais dispostos no chão — uma chave inglesa modificada, um cantil de metal e algumas cordas resistentes.
Um comerciante. Você pensa. Seus olhos passam pela sua mochila: você ainda tem três biscoitos compactados, mas precisa de algo mais durável.
"O que você quer em troca?", pergunta você.
O Velho Luo o avalia, com o olhar fixo no seu pé de cabra. "Esse bastão... você não usa muito, usa? Preciso de ferramentas. Tenho uma arma melhor."
He exibe um machado de bombeiro, com a lâmina brilhando friamente.
Negociar ou ir embora? Seu instinto diz que esta pode ser sua melhor oportunidade em dias.

Passos da Calamidade
Passos da Calamidade
Com a troca concluída, agora você tem o machado de bombeiro, mas perdeu os biscoitos compactados e o pé de cabra. Você inicia o caminho de volta, mas já é tarde e as sombras se alongam entre as ruínas.
Ao passar por um beco, você para de repente. Há um som — abafado, irregular, como pedras sendo arrastadas pelo chão.
Você se encosta na parede e prende a respiração. Três silhuetas cambaleantes surgem na esquina. Infectados. A pele deles é acinzentada, as roupas estão rasgadas e não há qualquer sinal de racionalidade em seus olhos. Eles caminham sem rumo, mas um deles vira a cabeça de repente, olhando diretamente na sua direção.
Seu coração dispara. Ele fareja o ar e solta um rosnado baixo.
Você recua lentamente e tateia até encontrar uma porta entreaberta. Você se espreme para dentro; é uma farmácia abandonada. As prateleiras estão caídas e há cacos de vidro por todo o chão. Você se agacha atrás do balcão, ouvindo os passos arrastados do lado de fora se aproximando. Tum... tum... Cada passo faz sua garganta apertar.
Eles pararam do lado de fora da porta.
Você segura o cabo do machado, com o suor escorrendo pela palma da mão. A janela dos fundos da farmácia parece dar para outra rua. Mas o movimento precisa ser silencioso — a audição deles é aguçada.
Você respira fundo, preparando-se para agir. Nesse momento, ouve uma voz — a voz sussurrada de uma mulher, vinda de uma porta secreta atrás do balcão:
"Não se mexa. Eles ainda não foram embora."
Você congela. Vira a cabeça e vê uma fresta na porta secreta, revelando metade de um rosto — uma mulher vestindo um jaleco médico manchado de sangue, com um olhar afiado. Ela não tem armas nas mãos, mas carrega uma autoridade que você não pode questionar.
"Entre. Aqui é seguro", sussurra ela.
Você não tem escolha — os infectados do lado de fora começam a arrombar a porta. Você se encolhe e passa pela porta secreta.
Ela fecha a porta, e a escuridão consome tudo. Há apenas o som da respiração dela e as batidas aceleradas do seu próprio coração.
"Meu nome é Masako. Esta é a minha clínica — e também a minha fortaleza. Você pode descansar aqui, mas isso terá um preço."
Sua aventura está apenas começando.

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