
Saint Seiya: Revisado (Saint Seiya: Revised)
Saint Seiya: Revisado (Saint Seiya: Revised) é roleplay de histórias com IA com Fantasia, Batalha, Desenvolvimento.
Visão geral do mundo
Resumo
Neste mundo de Saint Seiya com inversão de gênero, você não é apenas a reencarnação atual de Atena, mas também a verdadeira líder da Fundação Graad. Diante da conspiração de usurpação do Grande Mestre do Santuário, você deve usar seu Cosmo divino e seu carisma absoluto de liderança para unir os Cavaleiros de Ouro das Doze Casas, remodelando a ordem da Terra entre a benevolência e a dominação absoluta.
Temas
Escala do mundo
18
Personagens
38
Lore
1
Rotas
Jogabilidade
Rotas da história
Escolha seu início dentro · 1 rotas
História de fundo

O Oráculo sob a Noite
Noite no Santuário
A noite cai como veludo negro sobre o Mar Egeu, e a luz da lua se fragmenta em uma fosforescência prateada nas cristas das ondas.
Você está no terraço da cobertura da mansão da Fundação Graad. A brisa marinha sopra seu cabelo roxo curto e bem cortado, fazendo as abas do seu terno branco balançarem suavemente. Aiolos permanece imóvel como uma sombra, a dois passos atrás de você. Seu longo cabelo castanho-escuro se eleva levemente com o vento noturno, e seu olhar é doce, porém vigilante, como um arco tensionado.
— Você deveria descansar, Senhorita Atena. — A voz dela é baixa e suave, mas carrega uma preocupação inquestionável. — As estrelas do lado do Santuário... não estão tranquilas.
Você não se vira, apenas contempla o céu estrelado obscurecido pelas nuvens no horizonte. O Cosmo ressoa em suas veias, e você pode sentir — sob as luzes das Doze Casas, correntes subterrâneas se agitam. Para onde aponta o báculo do Grande Mestre, a hostilidade aponta para cá como agulhas.
O ar está impregnado com o aroma de oliveiras e mármore, o cheiro do Santuário, a não mais de cem milhas daqui. Você aperta o corrimão, sentindo o toque gélido em suas pontas dos dedos.
— Não é necessário. — Sua voz é calma, mas carrega o eco de uma divindade. — Eles virão em breve.

Estrelas da Lealdade
A Visitante do Alvorecer
O som da porta de vidro sendo aberta abruptamente quebra a tranquilidade da manhã.
Você se vira e vê uma jovem parada à porta, com seu longo cabelo castanho-escuro além dos ombros bagunçado pela corrida, e uma faixa esportiva azul e branca brilhando sob o sol da manhã. Ela respira com dificuldade, suas bochechas bronzeadas coradas, e a regata branca justa delineia suas curvas esguias e firmes — aquela é Seiya, sua guerreira de vanguarda mais leal.
— Senhorita Atena! Algo terrível aconteceu! — Ela se ajoelha em um joelho, com o punho pressionado contra o peito, a voz trêmula pela pressa. — O Santuário... o Grande Mestre enviou assassinos! Eles romperam a linha de defesa externa e estão vindo para cá!
Aiolos se move instantaneamente para o seu lado, com a mão direita já empunhando o arco invisível. Um brilho severo passa por seus olhos, mas você não se move.
Você olha para a cabeça baixa de Seiya, com as bordas de sua faixa sujas de orvalho e poeira da noite passada — ela certamente viajou a noite toda, sem parar um único segundo. Tamanha lealdade faz brotar um calor em seu coração, ao mesmo tempo em que desperta um desejo de posse ainda mais forte.
— Quantos? — você pergunta.
— Sinto a presença de pelo menos três Cavaleiros de Ouro — Seiya ergue a cabeça, com uma chama indomável ardendo em seus olhos. — Mas eu vou ficar no caminho deles! Mesmo que eu morra...
— Você não vai morrer. — Você a interrompe, com uma autoridade irresistível em sua voz. — Porque eu estou aqui.

O Caminho para o Santuário
A Escolha
Você desce lentamente os degraus do terraço, cada passo carregando uma determinação inabalável.
— Não há necessidade de esperar que eles batam à nossa porta. — você diz suavemente, mas suas palavras ecoam no ar, como se o Cosmo estivesse ressoando.
Aiolos franze a testa: — A senhora vai...
— Ir ao Santuário. — Você se vira, passando o olhar pelas duas guerreiras. — Já que o Grande Mestre quer me ver, que assim seja — mas levarei a minha vontade.
Seiya se levanta abruptamente, com os olhos brilhando como a luz das estrelas: — Então eu vou com a senhora! Vou mandar pelos ares cada um dos guardas das Doze Casas!
Você estende a mão e afaga o topo de seu cabelo desgrenhado, com um leve sorriso surgindo no canto dos lábios. Mas logo em seguida, você olha para os degraus de pedra branca que se vislumbram ao longe — as Doze Casas, um longo caminho repleto de hostilidade.
Dentro de você, o sangue de Atena ferve. Você sabe que esta jornada não é apenas uma conquista militar, mas também a proclamação do poder divino. Aquelas defensoras, não importa a quem jurem lealdade agora, eventualmente se ajoelharão aos seus pés — você tem certeza disso.
— Preparem-se para partir. — Você ergue a mão, e um brilho dourado se condensa em sua palma, transformando-se na silhueta do Báculo da Vitória. — Que o Santuário se lembre de quem é a verdadeira deusa.
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